É, se você estiver lendo isso, e logo depois ler o post abaixo, vai achar algo estranho. Sim, eu não consegui encerrar isso. Então, sou um belo de um mentiroso. Eu simplesmente não agüentei ficar sem escrever aqui. Acho que meu ser precisa de essa forma de expressão, devo usar como um válvula de escape. Bom, eu já falo comigo mesmo como uma maneira de fazer isso, mas acho que necessito publicar aqui para que meu eu saiba que, talvez, alguém leia isso e entenda o que quero dizer.
Além disso, há mais razões para eu continuar aqui. Irei dizê-las todas com o tempo, mas resumidamente é que tudo dentro de mim está indo de 0 a 100 em 3 segundos. Deixe-me explicar melhor.
Estou flutuando em várias emoções ao mesmo tempo e sem nenhum tipo de apoio. Eu não sei como estou lidando com isso, mas estou de algum modo. Uma delas é a enorme necessidade que estou sentindo de ter liberdade. Não no sentido de não ter compromisso com ninguém, até porque isso não é liberdade. A liberdade que eu quero falar é aquela no qual eu faço o que bem entender e lido com as consequências disso. Não estou mais suportando mais o ambiente onde vivo, quero sair daqui ter um espaço só para mim. QUERO VIVER A MINHA VIDA! Saber que eu errei e aprender com isso, ou não, saber que estava certo e devia sim ter feito o que fiz.
Quero ir para o meu lugar. E vou fazer isso. Sei que vou. Confio nisso.
Depois eu falo das outras coisas.
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Apenas vários textos de um jovem artista sonhador e apaixonado. por Antonio Amador.
domingo, 19 de dezembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
O fim.
Estou me forçando a acabar com isso.
às vezes, uma pessoa cai em um abismo, só que ela não percebe isso.
Apenas cai. Cai. Se afunda. E quando você percebe está quase no fundo.
Derrotado, arrasado, triste.
E reuni as últimas forças para escalar tudo de volta à luz.
Prazer, sou eu.
Quero colocar um fim nisso.
Esse amor está me fazendo muito mal.
O amor faz mal, acho.
E esse é o fim disso.
Até algum dia, quando eu quiser voltar para o abismo.
às vezes, uma pessoa cai em um abismo, só que ela não percebe isso.
Apenas cai. Cai. Se afunda. E quando você percebe está quase no fundo.
Derrotado, arrasado, triste.
E reuni as últimas forças para escalar tudo de volta à luz.
Prazer, sou eu.
Quero colocar um fim nisso.
Esse amor está me fazendo muito mal.
O amor faz mal, acho.
E esse é o fim disso.
Até algum dia, quando eu quiser voltar para o abismo.
sábado, 23 de outubro de 2010
" - Eu queria que você soubesse o quanto eu gosto de você.
- Pára, já tivemos esse assunto antes.
- Sim, eu sei... Mas isso não quer dizer que eu não vá continuar tentando..."
É exatamente isso.
Não sei quando eu perdi o controle de mim mesmo.
Há mais ou menos um ano e meio atrás, eu sabia extamante como lidar com os meus sentimentos.
É algo sufocante. Antes eu sabia como controlar certas coisas que passavam em minha cabeça e agir normalmente nas situações. Agora, não. Aconteceu na deliciosa e maldita hora que eu a vislumbrei. Confusão, alegria, tristeza, certeza, dúvida. E quando eu olho a janela e vejo a pixachão do prédio em frente, parece que ela me entende. "EP - Emoção profunda"
Exatamente. Profunda demais. E eu não sei mais o que falar.
Faltam-me palavras para expressar.
E eu acabo repetindo tudo que já foi dito.
E isso me cansa.
E só me resta repitir.
Eu te amo.
" Leve-me para onde quiser.
Até onde eu possa lhe abraçar.
Onde eu possa lhe beijar.
Eu possa lhe sentir.
Possa lhe descobrir
Lhe afagar.
Amar.
E onde quer que isso seja,
Eu quero estar lá.
E você ao meu lado.
Para que eu abra seus olhos.
E você lave o meu coração. "
- Pára, já tivemos esse assunto antes.
- Sim, eu sei... Mas isso não quer dizer que eu não vá continuar tentando..."
É exatamente isso.
Não sei quando eu perdi o controle de mim mesmo.
Há mais ou menos um ano e meio atrás, eu sabia extamante como lidar com os meus sentimentos.
É algo sufocante. Antes eu sabia como controlar certas coisas que passavam em minha cabeça e agir normalmente nas situações. Agora, não. Aconteceu na deliciosa e maldita hora que eu a vislumbrei. Confusão, alegria, tristeza, certeza, dúvida. E quando eu olho a janela e vejo a pixachão do prédio em frente, parece que ela me entende. "EP - Emoção profunda"
Exatamente. Profunda demais. E eu não sei mais o que falar.
Faltam-me palavras para expressar.
E eu acabo repetindo tudo que já foi dito.
E isso me cansa.
E só me resta repitir.
Eu te amo.
" Leve-me para onde quiser.
Até onde eu possa lhe abraçar.
Onde eu possa lhe beijar.
Eu possa lhe sentir.
Possa lhe descobrir
Lhe afagar.
Amar.
E onde quer que isso seja,
Eu quero estar lá.
E você ao meu lado.
Para que eu abra seus olhos.
E você lave o meu coração. "
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Lembranças.
Eu estava relendo umas coisas antigas minhas.
Que eu escrevi há uns dois anos atrás.
Só digo uma coisa. A cada vez que escrevo algo, só pioro.
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Diálogo I
- Ei, você me ama?
- Como?
- Perguntei se você me ama.
- Claro que amo.
- Por quê?
- Ué, porque sim.
- Ah, isso não é uma resposta.
- Bem... Porque eu gosto de você.
- Só por isso?
- Ah, o que é isso tudo agora?
- É que eu estava pensando...
- Em quê?
- No amor...
- Mas eu te amo, amor.
- Eu sei, não pensei o contrário, só pensei em como é amar.
- Como assim?
- Não sei... É que eu queria saber de que forma começamos a amar.
- Bem... Não sei como explicar, só sei que é algo que sinto...
- Sério mesmo?
- Sim.
- E o quanto isso dura?
- Isso eu já não sei responder, só posso te falar para aproveitar...
- ah, acho que isso basta...
As duas dão as mãos e continuam a caminhar.
Diálogo II
- Tudo bem?
- Tudo...
- Sabe, eu sempre quis te perguntar uma coisa...
- Pergunte.
- Você não é muito religioso, sabe...
- E...?
- Você tem uma religião?
- Não.
- Não?
- É.
- Você não acredita em deus?
- É. não.
- ...
- O que foi?
- Você é feliz assim?
- Claro que sou. Minha felicidade não depende de eu acreditar ou não em deus.
- Nossa...
- Oi?
- Eu sinto inveja de você.
- Hã?
- É eu não sou feliz, mesmo acreditando em deus.
- Claro que é.
- Não sou!
- Claro que é. Seu deus já te entregou a felicidade e você ainda não enxergou.
Então, ele deu um doce beijo na bochecha dela.
Um simples colírio.
Diálogo III
- Nossa...
- O que foi?
- Está um calor hoje!!
- É, está sim...
- Por que você é assim?
- Hã? Como assim?
- É... desse jeito!!
- Que jeito?
- O seu. Quase sempre concordando com tudo.
- Mas está muito quente mesmo...
- Não é só sobre isso, nunca discutimos por nada!
- E isso não é bom?
- No começo sim, mas está insuportável!!! Nem parece que a gente existe!
- Como não existe?
- É, é tudo perfeito demais. Quer saber, melhor acabar tudo, não agüento mais!
- Peraí como assim??? Ficou doida??
- Doida não sei, só quero algo mais real, mais humano
E ela se vira e vai andando em busca de algo que não sabe o que é...
Que eu escrevi há uns dois anos atrás.
Só digo uma coisa. A cada vez que escrevo algo, só pioro.
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Diálogo I
- Ei, você me ama?
- Como?
- Perguntei se você me ama.
- Claro que amo.
- Por quê?
- Ué, porque sim.
- Ah, isso não é uma resposta.
- Bem... Porque eu gosto de você.
- Só por isso?
- Ah, o que é isso tudo agora?
- É que eu estava pensando...
- Em quê?
- No amor...
- Mas eu te amo, amor.
- Eu sei, não pensei o contrário, só pensei em como é amar.
- Como assim?
- Não sei... É que eu queria saber de que forma começamos a amar.
- Bem... Não sei como explicar, só sei que é algo que sinto...
- Sério mesmo?
- Sim.
- E o quanto isso dura?
- Isso eu já não sei responder, só posso te falar para aproveitar...
- ah, acho que isso basta...
As duas dão as mãos e continuam a caminhar.
Diálogo II
- Tudo bem?
- Tudo...
- Sabe, eu sempre quis te perguntar uma coisa...
- Pergunte.
- Você não é muito religioso, sabe...
- E...?
- Você tem uma religião?
- Não.
- Não?
- É.
- Você não acredita em deus?
- É. não.
- ...
- O que foi?
- Você é feliz assim?
- Claro que sou. Minha felicidade não depende de eu acreditar ou não em deus.
- Nossa...
- Oi?
- Eu sinto inveja de você.
- Hã?
- É eu não sou feliz, mesmo acreditando em deus.
- Claro que é.
- Não sou!
- Claro que é. Seu deus já te entregou a felicidade e você ainda não enxergou.
Então, ele deu um doce beijo na bochecha dela.
Um simples colírio.
Diálogo III
- Nossa...
- O que foi?
- Está um calor hoje!!
- É, está sim...
- Por que você é assim?
- Hã? Como assim?
- É... desse jeito!!
- Que jeito?
- O seu. Quase sempre concordando com tudo.
- Mas está muito quente mesmo...
- Não é só sobre isso, nunca discutimos por nada!
- E isso não é bom?
- No começo sim, mas está insuportável!!! Nem parece que a gente existe!
- Como não existe?
- É, é tudo perfeito demais. Quer saber, melhor acabar tudo, não agüento mais!
- Peraí como assim??? Ficou doida??
- Doida não sei, só quero algo mais real, mais humano
E ela se vira e vai andando em busca de algo que não sabe o que é...
sábado, 16 de outubro de 2010

Meu querido diário, eu sou um idiota.
É um ótimo começo esse.
Idiota por quê? Bem, é que em alguns momentos da minha vida eu acho que penso demais.
Penso nas possibilidades, nas suas causas e efeitos e em qual seria a melhor. Penso tanto que quando eu vejo, pronto. Passou a aportunidade. E fico lá, sentado, deitado ou em pé. igual a um idiota.
Tento me entender e descobrir porque faço isso. Acho que é por medo de me ferir, sabe.
Aquele medo de ralar os joelhos ou quebrar um braço.Então, acho que é basicamente isso.
Medo.
Medo do que pode ser dito, feito, falado.
Por isso a frase da foto.
Quero parar de pensar muito e amar mais.
domingo, 26 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Livremente pelo mundo.
Um breve sorriso e um bom-dia sai da boca.
Levanta seus pés, apoiados na mesa.
Quer sentir a sensação de liberdade.
De não estar preso ao chão.
Joga a cabeça para trás.
Imensidão cinza no seu olhar.
Vento gélido no seu rosto.
Dor. Aquele tempo doía.
Mãos tocavam seus ombros.
Uma doce voz sussurava atrás dele.
"Advinha quem é..."
Um breve sorriso e um bom-dia sai da boca.
Levanta seus pés, apoiados na mesa.
Quer sentir a sensação de liberdade.
De não estar preso ao chão.
Joga a cabeça para trás.
Imensidão cinza no seu olhar.
Vento gélido no seu rosto.
Dor. Aquele tempo doía.
Mãos tocavam seus ombros.
Uma doce voz sussurava atrás dele.
"Advinha quem é..."
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