Capítulo IV
- Que bom, pode começar amanhã à tarde? Tenho esse dia livre.
Johnny puxava um maço de cigarros no bolso e acende um, dando uma longo tragada.
- Sim, dá muito bem para mim.
A jovem levanta-se falando essas palavras na intenção de ir embora, já que conseguira o que viera fazer ali. Johnny logo levanta também, ao perceber a inteção dela, e caminha em direção a porta
seguido por ela.
-Bom, então, está combinado! Valeu por ter vindo.
-De nada.
Ele abria a porta e Andressa saia calmamente. Johnny olhava-a se afastando até sumir, descendo as escadas. Fechava a porta e soltava a sentar na poltrona dando outra tragada.
Espero que ela aprenda a mexer na máquina rápido...
Apenas vários textos de um jovem artista sonhador e apaixonado. por Antonio Amador.
domingo, 9 de agosto de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Narração3
Capítulo III
- Hum, interessante.
Andressa comentava entre as palavras que o homem dizia.
- ... Então, estou precisando de alguém que opere a câmera para tirar algumas fotos de mim. Não sei se você sabe manusear ou posicionar, mas eu irei lhe informar tudo. Irei te guiar, não se preocupe.
-Hum... sim...
Johnny falava de um modo que parecia que ele já a contratara. Mas não é para menos, já fazia quatro meses que pregara anúncio para procurar por pessoas para essa função e, hoje, fora a primeira visita que recebeu para esse propósito. Então, não iria largá-la tão fácil.
- Então, basicamente isso. A respeito do pagamento, irei dar cem... É tudo que posso oferecer para fazer. Aceita?
Andressa já sabia a resposta que iria dar. Saíra de casa já com ela na cabeça, mas, mesmo assim, fingiu que refletia sobre a proposta. Não queria dar a impressão de estar desesperada pelo serviço.
-Hum... Bem... Parece bom. ceito sim.
- Hum, interessante.
Andressa comentava entre as palavras que o homem dizia.
- ... Então, estou precisando de alguém que opere a câmera para tirar algumas fotos de mim. Não sei se você sabe manusear ou posicionar, mas eu irei lhe informar tudo. Irei te guiar, não se preocupe.
-Hum... sim...
Johnny falava de um modo que parecia que ele já a contratara. Mas não é para menos, já fazia quatro meses que pregara anúncio para procurar por pessoas para essa função e, hoje, fora a primeira visita que recebeu para esse propósito. Então, não iria largá-la tão fácil.
- Então, basicamente isso. A respeito do pagamento, irei dar cem... É tudo que posso oferecer para fazer. Aceita?
Andressa já sabia a resposta que iria dar. Saíra de casa já com ela na cabeça, mas, mesmo assim, fingiu que refletia sobre a proposta. Não queria dar a impressão de estar desesperada pelo serviço.
-Hum... Bem... Parece bom. ceito sim.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Narração2
Capítulo II
- Prazer, Andressa.
Respondia, apertando a mão dele e deixando escapar um leve sorriso simpático. Ela pensava sempre que dando um sorriso, tornava-a mais sociável e mais receptiva.
Johnny encostara à porta e ficara observando-a por um momento. Refletiu e tirou a conclusão que a moça realmente veio em busca do serviço. O rapaz saiu do caminho, oferecendo entrada no apartamento.
Andressa entra falando um breve obrigado. A sala, onde estavam agora, havia um sofá de três lugares em tom bege bem claro, uma poltrona na cor marfim e uma mesinha de centro de vidro. No chão era de carpete preto. As paredes em salmão possuíam quadros sem moldura, enfeitando-as de maneira incomum, além de uma tv presa a uma das paredes. Outra coisa que chamava a atenção era um pequeno bar, em um canto da sala.
- Pode sentar onde quiser. Aceita um café?
Perguntava o homem já indo em direção a cozinha.
- Ah... Sim, obrigada.
Sentava-se no canto do sofá, apoiando a bolsa em seu colo. A mulher vestia uma calça preta justa, um all-star xadrez nas cores roxa e preta, uma blusa de seda roxa de manga comprida, além de uma boina verde escura.
Voltando com duas xícaras, Johnny, descalço, usava uma calça jeans e uma regata branca apenas. Entregou-a o café e sentou-se na poltrona.
-Bem...A assistência que eu preciso é, na verdade, fotográfica, sabe... Sou fotógrafo...
- Prazer, Andressa.
Respondia, apertando a mão dele e deixando escapar um leve sorriso simpático. Ela pensava sempre que dando um sorriso, tornava-a mais sociável e mais receptiva.
Johnny encostara à porta e ficara observando-a por um momento. Refletiu e tirou a conclusão que a moça realmente veio em busca do serviço. O rapaz saiu do caminho, oferecendo entrada no apartamento.
Andressa entra falando um breve obrigado. A sala, onde estavam agora, havia um sofá de três lugares em tom bege bem claro, uma poltrona na cor marfim e uma mesinha de centro de vidro. No chão era de carpete preto. As paredes em salmão possuíam quadros sem moldura, enfeitando-as de maneira incomum, além de uma tv presa a uma das paredes. Outra coisa que chamava a atenção era um pequeno bar, em um canto da sala.
- Pode sentar onde quiser. Aceita um café?
Perguntava o homem já indo em direção a cozinha.
- Ah... Sim, obrigada.
Sentava-se no canto do sofá, apoiando a bolsa em seu colo. A mulher vestia uma calça preta justa, um all-star xadrez nas cores roxa e preta, uma blusa de seda roxa de manga comprida, além de uma boina verde escura.
Voltando com duas xícaras, Johnny, descalço, usava uma calça jeans e uma regata branca apenas. Entregou-a o café e sentou-se na poltrona.
-Bem...A assistência que eu preciso é, na verdade, fotográfica, sabe... Sou fotógrafo...
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Narração1
Capítulo I
O homem acordara cedo essa manhã. Isso não acontecia com freqüência, para dizer a verdade, nunca acontecia. Por isso estranhara acordar e ver a manhã em seus olhos.
Levantou-se e bocejou. Voltou a deitar e ficou, uns dez minutos, de olhos fechados, deitado na cama. Abriu-os e olhou as horas, ainda oito e quinze.
- Estranho... Fui dormir as quatro.
Levantou-se novamente e caminhou até sua cozinha. Abrira uma lata de cerveja e terminou-a com dois goles. Ele não se importava muito com a alimentação. Não lhe era útil, assim pensava.
Sentou-se na poltrona da casa e ligou a tv, começando a assistir.
- Nossa... Só tem lixo de manhã...
Desligou a tv novamente e ficou... Apenas ficou... E ficou... Nada mais.
Então, de súbito, algo lhe trouxe a realidade. Um som irritante e insuportável. Um ding-dong.
Abriu a porta e surpreendeu-se. Uma linda mulher, cabelos castanhos e cacheados, olhos grandes como duas pérolas de cor negra e um corpo atrativo para qualquer pessoa. Era uma pessoa que faz com que você sinta-se bem só de estar perto dela.
- Uhm... Bem, eu li o anúncio... É aqui que precisa de assistente?
- É. Prazer... Johnny.
Diz estendendo a mão...
O homem acordara cedo essa manhã. Isso não acontecia com freqüência, para dizer a verdade, nunca acontecia. Por isso estranhara acordar e ver a manhã em seus olhos.
Levantou-se e bocejou. Voltou a deitar e ficou, uns dez minutos, de olhos fechados, deitado na cama. Abriu-os e olhou as horas, ainda oito e quinze.
- Estranho... Fui dormir as quatro.
Levantou-se novamente e caminhou até sua cozinha. Abrira uma lata de cerveja e terminou-a com dois goles. Ele não se importava muito com a alimentação. Não lhe era útil, assim pensava.
Sentou-se na poltrona da casa e ligou a tv, começando a assistir.
- Nossa... Só tem lixo de manhã...
Desligou a tv novamente e ficou... Apenas ficou... E ficou... Nada mais.
Então, de súbito, algo lhe trouxe a realidade. Um som irritante e insuportável. Um ding-dong.
Abriu a porta e surpreendeu-se. Uma linda mulher, cabelos castanhos e cacheados, olhos grandes como duas pérolas de cor negra e um corpo atrativo para qualquer pessoa. Era uma pessoa que faz com que você sinta-se bem só de estar perto dela.
- Uhm... Bem, eu li o anúncio... É aqui que precisa de assistente?
- É. Prazer... Johnny.
Diz estendendo a mão...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
monólogo 3 - fim
Monólogo III
Ela coloca a chave na porta. Vira a maçaneta e entra. Joga a chave na mesa. Acende a luz do abajur e senta-se ao sofá. Acende um cigarro. Dá uma tragada longa e demorada.
- Sabe... Vendo agora, acho que estou mesmo contente com isso. Não sei como falar...
Talvez, sei lá. Alívio. Isso, essa é a sensação. Parecia que eu estava acorrentada e jogada no mar... Sufocando.
Ah... Sim. Agora, vou fazer o que realmente quero. Ele, provavelmente, diria: "Tira essa roupa molhada, senão você irá se resfriar." E daí. Não me importo com isso. Não mais, agora! Quero é me sentar e apreciar a porra do meu cigarro.
Além do que. Que porre ele era. Olhando melhor... Ele era muito chato, puta que pariu! E não tinha lá um beijo muito gostoso. hahahahaha...
Porra, esse já é o quinto cigarro. Se continuar assim, vou ficar viciada de vez. Ah, foda-se. Só por hoje. Agora, finalmente, vou comemorar. O início. O verdadeiro motivo por eu fazer tudo o que fiz. O início.
Ela levanta-se, vai até a estante. Pega uma garrafa de vinho, uma taça e enche-a. Ergue-a no alto e proclama.
- A mim!!!!
Ela coloca a chave na porta. Vira a maçaneta e entra. Joga a chave na mesa. Acende a luz do abajur e senta-se ao sofá. Acende um cigarro. Dá uma tragada longa e demorada.
- Sabe... Vendo agora, acho que estou mesmo contente com isso. Não sei como falar...
Talvez, sei lá. Alívio. Isso, essa é a sensação. Parecia que eu estava acorrentada e jogada no mar... Sufocando.
Ah... Sim. Agora, vou fazer o que realmente quero. Ele, provavelmente, diria: "Tira essa roupa molhada, senão você irá se resfriar." E daí. Não me importo com isso. Não mais, agora! Quero é me sentar e apreciar a porra do meu cigarro.
Além do que. Que porre ele era. Olhando melhor... Ele era muito chato, puta que pariu! E não tinha lá um beijo muito gostoso. hahahahaha...
Porra, esse já é o quinto cigarro. Se continuar assim, vou ficar viciada de vez. Ah, foda-se. Só por hoje. Agora, finalmente, vou comemorar. O início. O verdadeiro motivo por eu fazer tudo o que fiz. O início.
Ela levanta-se, vai até a estante. Pega uma garrafa de vinho, uma taça e enche-a. Ergue-a no alto e proclama.
- A mim!!!!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
monólogo 2
Monólogo II
Ela pensava, refletia e meditava. Sempre andando, indo de volta para sua casa. No caminho, passava pela praça que havia passado a infância.
Senta-se no balanço, que brincava, e começa a dar leves balançadas, olhando para o chão.
Olhar vazio esse, seu foco não era o chão. Via longe, além do seu par de olhos parecidos com a negra noite que lhe cercava.
- Como... Como eu irei fazer isso...
Agora eu destruí tudo que tinha feito... Que imaginei que era tudo para mim e bom.
Tenho, melhor, necessito recomeçar...
Encontrar, finalmente, o amor que sempre sonhei ter e nunca o vivi.
Pois aqueles que vivi eram, na verdade, ilusões...
Claro, eram doces, mas, ainda assim, mentiras. Nada além disso, mentiras.
Levou as mãos ao rosto, cobrindo-o e sentiu as lágrimas tocarem-na. Chorava.
- Por quê? Por que estou chorando... Será que eu fiz a coisa errada?
Ou então...
Então, uma gota toca os seus cabelos. Depois outra, mais uma e até que ela percebeu a chuva.
Chuva caindo e a dúvida indo embora.
- Sim... Fiz sim. Agora percebi. Tenho que confiar em mim mesma. Sei que conseguirei o que quero. Não preciso mais dele. Só de mim.
Enxugou as lágrimas com as mãos e voltou a se molhar. Agora, só com chuva para lavar sua alma e começar tudo.
Agora, como sempre quis. Só para ela!
Ela pensava, refletia e meditava. Sempre andando, indo de volta para sua casa. No caminho, passava pela praça que havia passado a infância.
Senta-se no balanço, que brincava, e começa a dar leves balançadas, olhando para o chão.
Olhar vazio esse, seu foco não era o chão. Via longe, além do seu par de olhos parecidos com a negra noite que lhe cercava.
- Como... Como eu irei fazer isso...
Agora eu destruí tudo que tinha feito... Que imaginei que era tudo para mim e bom.
Tenho, melhor, necessito recomeçar...
Encontrar, finalmente, o amor que sempre sonhei ter e nunca o vivi.
Pois aqueles que vivi eram, na verdade, ilusões...
Claro, eram doces, mas, ainda assim, mentiras. Nada além disso, mentiras.
Levou as mãos ao rosto, cobrindo-o e sentiu as lágrimas tocarem-na. Chorava.
- Por quê? Por que estou chorando... Será que eu fiz a coisa errada?
Ou então...
Então, uma gota toca os seus cabelos. Depois outra, mais uma e até que ela percebeu a chuva.
Chuva caindo e a dúvida indo embora.
- Sim... Fiz sim. Agora percebi. Tenho que confiar em mim mesma. Sei que conseguirei o que quero. Não preciso mais dele. Só de mim.
Enxugou as lágrimas com as mãos e voltou a se molhar. Agora, só com chuva para lavar sua alma e começar tudo.
Agora, como sempre quis. Só para ela!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Monólogo...
Monólogo I
Depois que ela virou-se e andou em busca de algo que não sabia o que é, refletiu...
- Será que foi certo o que fiz? Foi o que eu realmente quis? Ai, ai, ai...
Acho que fiz besteira... Ele era muito legal...
Não!
É o que eu realmente quis, sim!!
Tudo que eu quis era libertar-me daquela ilusão.
Ilusão doce e, ao mesmo tempo, cruel. Que me afagava e açoitava. Beijava-me e cuspia-me.
Amava-me com a boca e não com o coração...
Sim. Quero encarar a realidade, quero discutir com quem amo, quero ficar com raiva do meu amor, dos meus amigos, da segunda-feira!!!
Quero que ele sinta ciúmes de mim, pois eu sinto dele!!!! Só quero...
Amar...
Um amor mais... Humano...
Mais...
E, depois, parar e dizer: "Nossa! Eu sou muito feliz."
Por quê?
Porque quero amar. Sou egoísta e quero amar...
Como um verdadeiro humano.
E continuou a pensar...
Depois que ela virou-se e andou em busca de algo que não sabia o que é, refletiu...
- Será que foi certo o que fiz? Foi o que eu realmente quis? Ai, ai, ai...
Acho que fiz besteira... Ele era muito legal...
Não!
É o que eu realmente quis, sim!!
Tudo que eu quis era libertar-me daquela ilusão.
Ilusão doce e, ao mesmo tempo, cruel. Que me afagava e açoitava. Beijava-me e cuspia-me.
Amava-me com a boca e não com o coração...
Sim. Quero encarar a realidade, quero discutir com quem amo, quero ficar com raiva do meu amor, dos meus amigos, da segunda-feira!!!
Quero que ele sinta ciúmes de mim, pois eu sinto dele!!!! Só quero...
Amar...
Um amor mais... Humano...
Mais...
E, depois, parar e dizer: "Nossa! Eu sou muito feliz."
Por quê?
Porque quero amar. Sou egoísta e quero amar...
Como um verdadeiro humano.
E continuou a pensar...
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