quinta-feira, 17 de março de 2011

O reino da alegria.

Olá.
Faz um tempo que não escrevo nada aqui. Tive um mês muito ocupado e só hoje tive tempo e vontade para escrever aqui. Mas digo aqui, foi um mês muito intenso. E essa última semana foi pura feliciadade e alegria.
Ela me fez esquecer coisas que já faziam meu coração pesar há quase dois anos. Todas as angústia que residiam no meu coração, começaram a se apagar e isso está sendo ótimo. Para alguns que possam ler isso um dia, pode parecer muito cedo ou afobado da minha parte, eu sei. Mas são tantas coisas parecidas, tantas coincidências, tantas coisas bobas entre a gente. Eu seria muito burro se não agarrasse essa oportunidade na minha vida.
Esse seu jeito. Essa curiosidade sua. Sempre que eu sorriu já pergunta. "Tá pensando o quê?" Essa vontade de querer saber o que passa dentro da minha cabeça. Acho que todo mundo gosta de saber que é amado, desejado por alguém. Pois é gosto demais de saber disso. Ainda mais quando é recíproco. Ser amado e amar, essa é a minha sina. Sina até no nome. Amador, aquele que ama.
Será que posso dizer que foi a primeira vista? Quem vê de fora pensa que sim. Mas quando começamos a nos falar parecia que já nos conhecíamos há anos. Então, foi e não foi, ao mesmo tempo, a primeira vista. Pela primeira vez, amar não está sendo uma tarefa tão difícil assim.

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Nós sentados na areia.
Você reclamando da noite fria
E pedindo um abraço.
Eu apontando para os cantos da praia
E mostrando a névoa.
Um olhar.
Vários beijos.
E a hora nem importa mais.
Só o monento ali.
Um sorri para o outro.
Os dois com receio de ser cedo demais,
Por isso só sorrisos.
Mas no fundo, cada um sabe o que passa na mente do outro.
Te amo.

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Não irei esquecer aquela madrugada em ipanema.

2 comentários:

Márcio, o Couto disse...

mas e aí, traçou?
kkkkk, tow só zoando
nunca tinha dado uma olhada direito no blog, mto bacana.

e é isso aí, cara

ele sendo um sujeito manero, tá valendo, né não?

O Murilo disse...

o Amador é também um Antônio que vive num universo de nanquim e papel.

My bad.