A tal da amizade...
Quero passar uma mensagem para todos. Não que ela seja relevante, mas estava com uma louca necessidade de escrever. Outro dia andei pensado, é faço isso às vezes de forma despercebida de todos, e cheguei a certas conclusões sobre certo assunto.
Amizade. Isso mesmo. Acho que esperavam a palavra amor, até porque eu mesmo sinto que gosto de uma garota e ela não me dá uma atenção além da de amigos, ou parece que é dessa forma.
Entretanto não é disso que falo, é de uma sensação que estou vivendo agora que é, de certa forma, muito boa. Amizade... Parece algo que não viva há tempos.
Todos os que compartilham esse sentimento sabem do que falo. E, também, não preciso nem falar quem são as pessoas que mais respaldo com todo o meu carinho, as que lerem saberão quem são.
A todos os meus amigos quero ressaltar que podem contar comigo, mesmo!(sim, bem no estilo depoimento de orkut, mas é essa a verdade que preciso passar!)
Bem, na próxima, eu falarei de amor, talvez, tenho que ver se a tal garota me vê com outros olhos.
Até!
Apenas vários textos de um jovem artista sonhador e apaixonado. por Antonio Amador.
domingo, 26 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
diálogo 3
Diálogo III
- Nossa...
- O que foi?
- Está um calor hoje!!
- É, está sim...
- Por que você é assim?
- Hã? Como assim?
- É... desse jeito!!
- Que jeito?
- O seu. Quase sempre concordando com tudo.
- Mas está muito quente mesmo...
- Não é só sobre isso, nunca discutimos por nada!
- E isso não é bom?
- No começo sim, mas está insuportável!!! Nem parece que a gente existe!
- Como não existe?
- É, é tudo perfeito demais. Quer saber, melhor acabar tudo, não agüento mais!
- Peraí como assim??? Ficou doida??
- Doida não sei, só quero algo mais real, mais humano
E ela se vira e vai andando em busca de algo que não sabe o que é...
- Nossa...
- O que foi?
- Está um calor hoje!!
- É, está sim...
- Por que você é assim?
- Hã? Como assim?
- É... desse jeito!!
- Que jeito?
- O seu. Quase sempre concordando com tudo.
- Mas está muito quente mesmo...
- Não é só sobre isso, nunca discutimos por nada!
- E isso não é bom?
- No começo sim, mas está insuportável!!! Nem parece que a gente existe!
- Como não existe?
- É, é tudo perfeito demais. Quer saber, melhor acabar tudo, não agüento mais!
- Peraí como assim??? Ficou doida??
- Doida não sei, só quero algo mais real, mais humano
E ela se vira e vai andando em busca de algo que não sabe o que é...
sábado, 4 de outubro de 2008
"Poesia feita pelo meu amigo papel que eu pedia para colocá-la aqui, achei ótima!! huaahuhauhua"
Ode à Cecília
Enquanto de sua testa
Emana um estranho brilho
De seu cotovelo resta
Um fedor de trigo.
O cotovelo estranho
Rugoso, roxo e pontudo
Raspa a mesa de estanho
Corroendo tudo.
Semelhante a berne
Estranho, gasto e flácido
Baloiça a um vento ácido
O cotovelo paquiderme.
Bizarramente escroto
Similar a pele do morto
A parte mais estranha do corpo
O cotovelo de porco.
Ode à Cecília
Enquanto de sua testa
Emana um estranho brilho
De seu cotovelo resta
Um fedor de trigo.
O cotovelo estranho
Rugoso, roxo e pontudo
Raspa a mesa de estanho
Corroendo tudo.
Semelhante a berne
Estranho, gasto e flácido
Baloiça a um vento ácido
O cotovelo paquiderme.
Bizarramente escroto
Similar a pele do morto
A parte mais estranha do corpo
O cotovelo de porco.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
diálogo 2
Diálogo II
- Tudo bem?
- Tudo...
- Sabe, eu sempre quis te perguntar uma coisa...
- Pergunte.
- Você não é muito religioso, sabe...
- E...?
- Você tem uma religião?
- Não.
- Não?
- É.
- Você não acredita em deus?
- É. Não.
- ...
- O que foi?
- Você é feliz assim?
- Claro que sou. Minha felicidade não depende de eu acreditar ou não em deus.
- Nossa...
- Oi?
- Eu sinto inveja de você.
- Hã?
- É. Eu não sou feliz, mesmo acreditando em deus.
- Claro que é.
- Não sou!
- Claro que é. Seu deus já te entregou a felicidade e você ainda não enxergou.
Então, ele deu um doce beijo na bochecha dela.
Um simples colírio.
- Tudo bem?
- Tudo...
- Sabe, eu sempre quis te perguntar uma coisa...
- Pergunte.
- Você não é muito religioso, sabe...
- E...?
- Você tem uma religião?
- Não.
- Não?
- É.
- Você não acredita em deus?
- É. Não.
- ...
- O que foi?
- Você é feliz assim?
- Claro que sou. Minha felicidade não depende de eu acreditar ou não em deus.
- Nossa...
- Oi?
- Eu sinto inveja de você.
- Hã?
- É. Eu não sou feliz, mesmo acreditando em deus.
- Claro que é.
- Não sou!
- Claro que é. Seu deus já te entregou a felicidade e você ainda não enxergou.
Então, ele deu um doce beijo na bochecha dela.
Um simples colírio.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
diálogo 1
Diálogo I
- Ei, você me ama?
- Como?
- Perguntei se você me ama.
- Claro que amo.
- Por quê?
- Ué, porque sim.
- Ah, isso não é uma resposta.
- Bem... Porque eu gosto de você.
- Só por isso?
- Ah, o que é isso tudo agora?
- É que eu estava pensando...
- Em quê?
- No amor...
- Mas eu te amo, amor.
- Eu sei, não pensei o contrário, só pensei em como é amar.
- Como assim?
- Não sei... É que eu queria saber de que forma começamos a amar.
- Bem... Não sei como explicar, só sei que é algo que sinto...
- Sério mesmo?
- Sim.
- E o quanto isso dura?
- Isso eu já não sei responder, só posso te falar para aproveitar...
- ah, acho que isso basta...
As duas dão as mãos e continuam a caminhar.
- Ei, você me ama?
- Como?
- Perguntei se você me ama.
- Claro que amo.
- Por quê?
- Ué, porque sim.
- Ah, isso não é uma resposta.
- Bem... Porque eu gosto de você.
- Só por isso?
- Ah, o que é isso tudo agora?
- É que eu estava pensando...
- Em quê?
- No amor...
- Mas eu te amo, amor.
- Eu sei, não pensei o contrário, só pensei em como é amar.
- Como assim?
- Não sei... É que eu queria saber de que forma começamos a amar.
- Bem... Não sei como explicar, só sei que é algo que sinto...
- Sério mesmo?
- Sim.
- E o quanto isso dura?
- Isso eu já não sei responder, só posso te falar para aproveitar...
- ah, acho que isso basta...
As duas dão as mãos e continuam a caminhar.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
última parte
Mito da morte
Com um impasse criado
O homem declara:
Nem tu, deus, impedirá meu caminho.
E em um movimento
Deus, o ser que não existia
Voltou a não existir.
E o homem se virou para o anjo:
Você também irá para o vazio.
Mas o anjo proclama:
Não! não deixareis
Tu roubar minha liberdade!!!
O anjo enfiou a mão em seu peito
E retirou seu coração,
Esmagou-o e transformou-o em pó.
Lançou ao vento, proclamando:
Morrerei, mas meus sentimentos serão eternos!!!
E o corpo inerte do anjo cai, agonizante ao chão.
O homem furioso, grita, esbraveja e amaldiçoa o anjo.
O homem passa a viver sobre a terra,
Mas, agora, tendo que conviver
Com todos os sentimentos do anjo
E com o maior de todos.
O amor.
Tornou-se a maior maldição do homem.
Aprender a viver com o amor.
"Essa foi a última poesia desse arco. Espero que tenham gostado. Vou demorar um pouco até a próxima publicação, pois ainda estou escrevendo um texto para colocar aqui."
Com um impasse criado
O homem declara:
Nem tu, deus, impedirá meu caminho.
E em um movimento
Deus, o ser que não existia
Voltou a não existir.
E o homem se virou para o anjo:
Você também irá para o vazio.
Mas o anjo proclama:
Não! não deixareis
Tu roubar minha liberdade!!!
O anjo enfiou a mão em seu peito
E retirou seu coração,
Esmagou-o e transformou-o em pó.
Lançou ao vento, proclamando:
Morrerei, mas meus sentimentos serão eternos!!!
E o corpo inerte do anjo cai, agonizante ao chão.
O homem furioso, grita, esbraveja e amaldiçoa o anjo.
O homem passa a viver sobre a terra,
Mas, agora, tendo que conviver
Com todos os sentimentos do anjo
E com o maior de todos.
O amor.
Tornou-se a maior maldição do homem.
Aprender a viver com o amor.
"Essa foi a última poesia desse arco. Espero que tenham gostado. Vou demorar um pouco até a próxima publicação, pois ainda estou escrevendo um texto para colocar aqui."
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
parte 5
Mito do ódio e da misericórdia
O anjo passou a viver só
Na montanha.
E o ano passou....
Mas a tragédia só sentou-se
Para descansar.
O Homem não tolerava o anjo.
Só de saber que ele ainda
Habitava a SUA terra
Sentia um ódio crescer...
E partiu para dar um fim naquilo.
O anjo passou o ano "vivendo"
Triste, solitário... sem nenhum amor...
Apenas tentando... viver a liberdade
Que tanto lutou para consegui-la.
E sobreviveu...
Um dia, o homem chegou
Até a montanha onde o anjo habitava.
E declarou: Odeio-te, ser repugnante!!!
Far-te-ei sumir de MINHA terra!!!
E avançou para cima do anjo.
E um lampejo atravessou o céu.
O ser que não existia, deus,
Impediu o caminho do homem,
Declarando: Não faças isto.
Sê puro. como te aconselhei!
E o homem fala:
Ninguém atravessa meu caminho.
E a maldição continua.
O anjo passou a viver só
Na montanha.
E o ano passou....
Mas a tragédia só sentou-se
Para descansar.
O Homem não tolerava o anjo.
Só de saber que ele ainda
Habitava a SUA terra
Sentia um ódio crescer...
E partiu para dar um fim naquilo.
O anjo passou o ano "vivendo"
Triste, solitário... sem nenhum amor...
Apenas tentando... viver a liberdade
Que tanto lutou para consegui-la.
E sobreviveu...
Um dia, o homem chegou
Até a montanha onde o anjo habitava.
E declarou: Odeio-te, ser repugnante!!!
Far-te-ei sumir de MINHA terra!!!
E avançou para cima do anjo.
E um lampejo atravessou o céu.
O ser que não existia, deus,
Impediu o caminho do homem,
Declarando: Não faças isto.
Sê puro. como te aconselhei!
E o homem fala:
Ninguém atravessa meu caminho.
E a maldição continua.
Assinar:
Postagens (Atom)