domingo, 26 de setembro de 2010

Ontem eu sonhei com o sul.
E o meu aniversário.
E acordei com um sorriso no rosto.
Olhei pela janela e o vento passou.
espero que são paulo eu possa reencontrar.
Aquilo que perdi em aracaju.

domingo, 19 de setembro de 2010

Livremente pelo mundo.
Um breve sorriso e um bom-dia sai da boca.
Levanta seus pés, apoiados na mesa.
Quer sentir a sensação de liberdade.
De não estar preso ao chão.
Joga a cabeça para trás.
Imensidão cinza no seu olhar.
Vento gélido no seu rosto.
Dor. Aquele tempo doía.
Mãos tocavam seus ombros.
Uma doce voz sussurava atrás dele.
"Advinha quem é..."

sábado, 18 de setembro de 2010

Hoje eu acordei e tive a vontade de ter você ao meu lado.
Apertar a sua mão com força.
Beijar a sua testa bem devagar.
E depois dar um abraço apertado e ficar.
O frio só aumenta a vontade de fazer isso.
Deixo-a na cama quente.
E só volto para lá com um café bem quente para ambos.
Ela sorri para mim, agradecida.
O tempo passa lentamente.
Olho os meus croquis grudados na parede,
E ela atrae novemente minha atenção com um leve beijo no rosto.
Sorriso. Olhar. Surpresa. Amor.
Que meus dias possam ser esses que eu consigo imaginar.

sábado, 11 de setembro de 2010

Não sei quando eu vou continuar essa história.
Como faço isso de um diário virtual público, não sei nem se irei continuar.

E quero falar de outras coisas.
Acho que somos nossos próprios algozes.
Bom, pelo menos, de minha parte, sou meu próprio algoz.
Sofrimento, dor, alegria, prazer. Tudo isso é realizado por mim.
Exceto o amor.
Esse é só para a outra. Só para ela.
E sim, jogaria tudo fora por ela.
E não é só uma promessa mentirosa que sai da boca para fora.
Por que não é?
Simplesmente porque essa vem acompanhada das minhas águas salgadas.
Água essa que nunca mostrei para ninguém. Ninguém.
No dia que isso acontecer, Eu serei todo seu e você minha. E nós de nós mesmo.
Só você querer... e a resposta...



Mas, puta que pariu, EU ADORO O SEU CHEIRO!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Capítulo Dois.

Cinco de março, nesse dia começou tudo para Lucas. Sabe quando você sente uma pequena chama começando a queimar dentro de si? Sorrateiramente, você não a percebe surgindo, apenas surge. Você não sabe o porquê daquilo. Não sabe como também. E novamente se surpreende com a existência dela. Entretanto, para Lucas, isso começou com um olhar dele para ela.

Noite. Pessoas divertindo-se. Algumas se arrumando para sair, outras já nas ruas. Algumas tomando o primeiro gole, outras já no décimo e aquelas que não bebem. Noite.

Rio de janeiro e é noite. Sim, essa é uma cidade maravilhosa e Lucas sabia muito bem disso. Não porque é carioca e orgulhoso da própria cidade. Ela é maravilhosa simplesmente por ser. E nada mais. E sua noite especial como nenhuma das outras. Ainda mais nos finais de semana.

Até aquele momento seria uma noite igual às outras que ele já passou. Alegrando-se, bebendo, conversando, falando meia dúzia de elogios no pé de alguma garota. Seria uma noite igual às outras. Mas não foi. Ele olhou. Simples. O olhar é o mecanismo mais versátil para passar sentimentos. Com ele você pode mostrar pena, raiva, desprezo, felicidade, desejo, cansaço, enfim um olhar pode dizer tudo para uma pessoa. Lucas olhou uma única vez.

Já tinha saciado seus lábios nos de duas mulheres. Também estava saciando com a bebida, só empurrava os últimos goles para terminar o copo. Quando o copo terminou, ele pode ver com clareza. Aquele cabelo castanho, agora mais escuro pela noite. O sorriso bobo no rosto. O jeito que andava, a maneira de agir. Só encontrou uma palavra para descrever tudo isso. Leveza. Era o que a garota passava. Ele precisava sentir essa leveza, seu corpo e sua alma ansiavam por aquilo. E foi.

Levado pelo clima, cantaram, dançaram, riram. Ele, ela e todos que estavam presente. Mas, na mente dele, era apenas ela e ele. Lucas mexia com ela, chegava a ser implicante, chato e inconveniente. Não percebi isso, estava cego pela leveza dela e por umas doses de vodka. Confessou ao ouvido dela o que sentia, afagou os cabelos que tanto chamaram a atenção, descobriram seu nome. Beatriz. Deu carinho, roubou carícias, ofereceu-se naquele momento. Beatriz pelo contrário estava achando aquilo tudo chato demais. Que besteiras esse moleque estava dizendo para ela. Óbvio que nada daquilo é verdade, ninguém pode sentir isso com um olhar, ele não pensa que ela será mais uma que cairá nessas palavrinhas idiotas, pensa?

Tudo ia acabando, o local ia esvaziando e decisões de ir embora sendo tomadas. Ao ir embora ele torna-se mais objetivo, mais convicto do que quer. “Ah, Lucas, não vai ser assim...” Beatriz poderia ter sido mais rude, porque ele a importunou por muito tempo, poderia ter deixá-lo no chão e ter acabado com toda a palhaçada ali mesmo. Ah, ele só está muito bêbado, não sabe o que está dizendo. Pensou dessa maneira. “Tudo bem, eu entendo.” E Lucas deu um beijo na testa dela. E a viu indo embora.

Voltando para casa, Lucas ia pensando em tudo que acontecera, coisas engraçadas, ria consigo mesmo e outras besteiras que aconteceu. Até refletiu que apenas desejou beatriz por aquele momento, provavelmente por isso. Chegou em casa, comeu apenas um pão e foi deitar pensando na ressaca que teria no dia seguinte. Mas só adormeceu imaginando o cheiro do perfume de beatriz e imaginando o lençol que abrava fosse ela.

Estava certo, a ressaca veio pela manhã no momento que acordou. Acordou, mas continuou de olhos fechados. Estava errado sobre ontem. Não fora apenas coisa do momento. A primeira imagem que veio a sua cabeça foi aquele sorriso bobo, aqueles cabelos castanhos e, a partir dessa imagem, a leveza entrou novamente em seu corpo. Sentiu-se absurdamente feliz. Abriu os olhos e sorriu.

“Puta que pariu! Acho que vou sofrer de amor.”


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sábado, 14 de agosto de 2010

Capítulo um

- Preciso lhe falar uma coisa. Não queria ter que falar isso para você, mas...
Ele passava suas mãos duras pelos cabelos dela devagar, em um afago carinhoso. descia pelo rosto e parava em suas bochechas rosadas, às vezes pelo frio, outra vezes pela bebida. Olhava nos fundos dos seus olhos. Aqueles olhos negros, que absorvia o absorvia por completo, o tragava para a escuridão e ao mesmo tempo mostrava um brilho de vida dele. Dois buracos negros na face. E a olha fixamente. Seu rosto mostrava um receio para começar a falar com ela. Sorria aquele sorriso de tristeza. Aquele sorriso de culpa e dor. Simplesmente um sorriso que tenta enganar quem o vê, mas nunca consegue.
- Eu estou querendo dizer que estou cansado, exausto, que não agüento mais...
- Tá, mas de quê?
- Das coisas que eu sinto... Do que realmente significa você para mim...
- Ah, lucas... já falei sobre isso...
- Sim, mas é diferente agora, beatriz. Percebi que não adianta me desgastar por uma coisa que não irei consegui.
- É o que você acha?
-Bom, é o que parece, não é?
Lucas faz um grande pausa depois que fala. Uma pausa para adimirá-la. Seu vesitdo azul escuro como o céu em uma noite nublada cabia no corpo dela de uma maneira suave, dançando praticamente a cada movimento que ela fazia. Os cabelos castanhos ganhavam mais vida na luz do sol, tornando-se quase da cor do mel. Lisos, iam até a metade das costas. Andavam levemente bagunçados, aquele bagunçado proposital que deixa mais encantador ainda.
Mais silêncio. Esse silêncio trágico e pertubador. Igual ao silêncio que acontece antes de algum grande desastre. E o desastre veio.
- É... parece sim.
- Bom...
O jovem beija a testa de beatriz devagar e cálida.
- Isso se encerrar como começou...
Ele se vira com rapidez e começa a andar. Enquanto a menina fica ali, olhando as costas dele ficando mais pequenas. Acaba soltando um sussuro.
-Ai, seu louco... Nunca começou, só para você que sim...

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Esse é meu cima!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Contos, Camisas e agradecimetos.

Olá.
Esse dias eu estava lendo alguns blogs, uns muito bons outros nem tanto. Entre esses bons, tinha alguns que eram muito bens escritos. Sabe aquela leitura que te leva, muito bem escrita, coisa boa mesmo.
Bom, isso me fez ter aquela vontade que todo mundo que já escreveu qualquer coisa em qualquer lugar alguma vez na vida tem. Escrever um livro.
Sim, essa vontade aí que você tem no fundo do seu coração. Escrever um livro não para vender e ter sucesso (o que é muito bom, aliás.), mas aquele livro para você.
Acho que setenta por cento das pessoas que tiveram essa vontade pensaram em escrever um romance ou vários contos. Estou nessa porcentagem.
Isso me afetou tanto, essa lidas, que acho que vou começar uma série de contos.
Não se serão bons para se ler. Fá-los-ei para acalmar meu próprio ego.
Irei publicar todos aqui, divididos em capítulos para não ter um post enorme e cansativo. (Eu mesmo não consigo ler muito na internet por isso)



As pessoas que me vêem com freqüência, peço que notem algumas camisas que estarei vestido a partir de agora. Se gostarem e tiverem o interesse de adquiri-las, falem comigo.
Mais para frente darei informações a respeito disso.

E para encerrar, queria agradecer as pessoas que perdem o seu tempo lendo este blog.
Sei que deve ter coisas muito melhores para se fazer, mas mesmo assim, tiram um tempinho para lerem essas coisas.
Muito obrigado mesmo!
Agora, divulgem esse troço para o mundo e me transformem em uma nova sub-celebridade!
huahuahuhauauhauhuahuahuhauah
(Mentira)

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Esse é o meu clima!